the whole world is moving, but i feel like standing still.
i woke up and wish that i was dead.
i thought of you and where you'd gone.
i lay motionless in bed.
domingo, 14 de junho de 2009
nos falta coragem!
o problema nao é o dia que se tornou preguiçoso, nem é a visita que a gente prometeu fazer aos teus pais e nao fez. o que faz diferença é o telefonema que a gente nao deu, as flores que não mandou, o sinal de vida via e-mail, a indiferença, a falta de coragem.
"ah eu ia te ligar, mas..."; "queria fazer alguma coisa essa noite, mas...".
covardia takes my breath away.
covardia me deixa puta.
será que estamos tão acostumados que as coisas importantes se resolvam sozinhas ou com a ajuda de terceiros que não temos mais a necessidade de "bater de frente com..."?
é um ciclo.
como absolutamente tudo na vida.
os dias não deixam de andar de forma circular; cada dia é um novo dia. e dentro dele, pode acontecer a n y t h i n g.
acho que a vida nos prega peças mesmo.
a minha vida me prega peças todos os dias. malditos dias esses.
o problema nao é o dia que se tornou preguiçoso, nem é a visita que a gente prometeu fazer aos teus pais e nao fez. o que faz diferença é o telefonema que a gente nao deu, as flores que não mandou, o sinal de vida via e-mail, a indiferença, a falta de coragem.
"ah eu ia te ligar, mas..."; "queria fazer alguma coisa essa noite, mas...".
covardia takes my breath away.
covardia me deixa puta.
será que estamos tão acostumados que as coisas importantes se resolvam sozinhas ou com a ajuda de terceiros que não temos mais a necessidade de "bater de frente com..."?
é um ciclo.
como absolutamente tudo na vida.
os dias não deixam de andar de forma circular; cada dia é um novo dia. e dentro dele, pode acontecer a n y t h i n g.
acho que a vida nos prega peças mesmo.
a minha vida me prega peças todos os dias. malditos dias esses.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
http://www.fotolog.com.br/loly_kras/27823581
e essa, é a próxima fase!
daquele ciclo que eu te falei, lembra?
segunda-feira, 11 de maio de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
o texto que eu vou colocar agora foi mandado há muito tempo atrás. quando eu ainda era uma dupla.
não entendi na hora, não dominava o assunto que estava sendo tratado. nem sabia direito que tipo de saudade era aquela. já que eu só tinha saudade dele mesmo estando com ele. mas enfim, é muito válido - pelo menos pra mim- ler esse texto:
"A DOR QUE DÓI MAIS - MARTHA MEDEIROS
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, dóem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que já morreu.
Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos.
Dóem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele,
do cheiro,
dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã.
Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber.
Não saber mais se ele continua se gripando no inverno.
Não saber mais se ela continua clareando o cabelo.
Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu.
Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.
Saudade é não saber.
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber.
Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer."
e ainda assim, doer.
ah, por aqui, é mato!
não entendi na hora, não dominava o assunto que estava sendo tratado. nem sabia direito que tipo de saudade era aquela. já que eu só tinha saudade dele mesmo estando com ele. mas enfim, é muito válido - pelo menos pra mim- ler esse texto:
"A DOR QUE DÓI MAIS - MARTHA MEDEIROS
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, dóem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que já morreu.
Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos.
Dóem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele,
do cheiro,
dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã.
Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber.
Não saber mais se ele continua se gripando no inverno.
Não saber mais se ela continua clareando o cabelo.
Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu.
Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.
Saudade é não saber.
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber.
Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer."
e ainda assim, doer.
ah, por aqui, é mato!
quinta-feira, 23 de abril de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
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