sexta-feira, 7 de maio de 2010

monografia rolando solta.
projetos a todo vapor.
livro em inglês com mil páginas pra traduzir.
ai adoro dias cheios!

e um excelente dia, by the way. pra todos.
sim, eu disse pra todos.

terça-feira, 4 de maio de 2010

amaury?
amaury!
amauryy!
amauryryryryry
aah amaury!
roubei o texto, tirei o rótulo, rasguei o título.
essa garrafa perdeu completamente a identidade.
e eu?
e a minha?
sumiu!
just like me
just like heaven
just like that smell.

e de 1 à 100 em dois segundos.

roubei o título. ou a idéia dele.
dormi muito bem, obrigada. capotei na realidade.
mas acordei atrasada e chateada.
acordei pensando que nao queria acordar. que não podia acordar.
que não deveria.
acordei pensando que se acordasse, viveria o pior dia da minha vida.
graças a deus, eu tava enganada - como na maioria dos casos-.
é impressionante a facilidade que eu tenho de me enganar.
me engano sobre os meus amores, sobre os das minhas amigas e o mais importante e patético, me engano sobre mim mesma.
sou o que eu penso não ser.
vivo o que eu penso não viver mais.
sofro o que eu gostaria não sofrer.
amo mais do que deveria.
choro menos do que o meu corpo pede.
me entrego muito mais do que o aceitável.
enfim, penso ser o que não sou.
e eu pensando que era coisa da minha cabeça. patético.
sabe o que foi preciso pra acionar o botão de "atenção! perigo à frente"? uma palavrinha ou a falta dela.
eu não entendo como vocês conseguem agir dessa maneira.
chegam assim sem avisar, não batem na porta, não pedem licença.
entram, bagunçam a minha casa, quebram os meus vasos, rasgam minhas roupas, me amarram ao pé da cama e partem.
deixando todo o caos pra trás.
deixando todo o caos pra mim.pra eu arrumar sozinha.
'ela é forte, sabe se virar' vocês dizem.
mas e se eu quiser que alguém me cuide?
e se eu quiser ajuda pra limpar?
e se eu precisar de companhia?
ninguém me consulta pra entrar e saem da mesma maneira que estraram - assim, do nada-.
mas pra mim chega, eu não quero mais.
to gritando 'stop!' e casualmente estaremos na letra C.
e eu vou poder dizer:
'chega!'

segunda-feira, 3 de maio de 2010

sumi.

sumi pq ficar aqui seria uma das piores coisas que eu poderia fazer.
sumi pq me pareceu o certo.
sumi talvez por não entender.
sumi por dor.
sumi por amor, por medo.
me encontra?
e em uma tarde que não prometia muita coisa, lá vem o boom!
mais um projeto, mais uma produção. mas algumas noites mal dormidas.
porém felizes.
é, felizes!

semana que vem, me chamo Janete.
Há quem diga que é tpm - o monstro hormonal que mexe com o corpo e com a mente das mais frágeis- ;
Há quem diga que é pulga atrás da orelha, que é paranóia da minha cabeça, que eu tô ficando louca.
Há quem diga que é preciso estar vivo para viver as aventuras que nos são apresentadas.
Há quem diga que é só deixar o fluxo rolar e seguí-lo sem pensar.
Eu digo que o que eu sinto, que o que eu faço, que o que eu falo e penso, é nada mais, nada menos que eu sendo eu mesma. vivendo o meu próprio personagem. Sentindo tudo à flor da pele, na intensidade de cada momento.
Me permito sentir.
Me permito ser.
Me permito estar, às vezes, com a pulga atrás da orelha e nem sempre entender o que isso significa exatamente.
Me permito até mesmo deixar com que as coisas nem sempre estejam de fato 100% - porque elas nunca estão -. e tudo bem quanto a isso.
o que eu não me permito fazer e o que eu acho que é bobagem e idiotice da minha parte me permitir é andar no escuro, é pisar no incerto, é sentir a metade, sentir pela metade.
Gosto do intenso.
Gosto de me sentir viva!
Gosto de amores tão loucos quanto eu;
De declarações, de mensagens de bom dia - venham elas da maneiraque vierem-, de abraços em público, de beijos fora da intimidade. Beijos fora dos padrões.
Não quero, não vou, não pretendo e não permito mais esconderijos e segredos.
Vamos gritar aos sete ventos que estamos juntos?
Vamos colocar "s's" nas nossas vidas.
Vamos dividir de uma rotina, vamos ser o porto seguro do outro.
Confia em mim. Eu não vou te decepcionar, não vou te deixar triste, não vou te deixar cair.
Te joga. Eu te pego.
Me queira da mesma maneira que eu te quero hoje.
Me leva à loucura. Me tira do chão.
Me deseja da mesma forma que eu te desejo hoje.
E se não puder me ter sempre, me tenha sempre que der com a mesma intensidade.
Te quero hoje.
Te quero amanhã.
Te quero e isso já basta.
Deixa eu entrar na tua vida e tentar fazer parte dela.
Me dá um espaço, não diz que tá muito apertado.
Nem arranja desculpa para que eu saia da tua vida.
Eu saio se é o que tu quer.
Seja lá o que te faz feliz; É isso que tu deve fazer. Independente de qualquer coisa. Independente de qualquer pessoa.
E infelizmente, independente de mim.
Depois de muito tempo, essa é a primeira vez que eu me entrego. - espero não ser a última-.
Não me decepciona. Não machuca. Não estraga nada.
Chega devagar e não quebra nada aqui dentro.
Não aguento mais colar o que um dia foi quebrado.
- tantas vezes-.
e se esbarrar em alguma estante e quebrar algum vaso, que não seja aquele lá de cima. No canto superior esquerdo.

Enfim, espero que essa pulga - que já tem a fama de não ficar muito tempo no mesmo lugar devido à habilidade com as pernas- saia daqui e pule pra outra orelha.
Porque aqui, comigo, não é o lugar dela...

segunda-feira, 26 de abril de 2010

do vô pra ela.

“A morte não é tudo.
Não é o final. E
u apenas passei para a sala seguinte.
Nada aconteceu.
Tudo permanece exatamente como foi.
Eu sou eu, você é você, e a antiga vida que vivemos tão maravilhosamente juntos permanece intocada, imutável.
O que quer que tenhamos sido um para o outro, ainda somos.
Chame-me pelo antigo apelido familiar.
Fale de mim da maneira que sempre fez.
Não mude o tom.
Não use nenhum ar solene ou de dor.
Ria como sempre fizemos das piadas que desfrutamos juntos.
Brinque, sorria, pense em mim, reze por mim.
Deixe que o meu nome seja uma palavra comum em casa, como foi.
Faça com que seja falado sem esforço, sem fantasma ou sombra.
A vida continua a ter o significado que sempre teve.
Existe uma continuidade absoluta e inquebrável.
O que é esta morte senão um acidente desprezível?
Porque ficarei esquecido se estiver fora do alcance da visão?
Estou simplesmente à sua espera, como num intervalo, bem próximo, na outra esquina.
Está tudo bem!”

tá tudo bem, vô?
sinto saudade.
queria te ver de novo, pelo menos uma vez.
as vezes ainda me pego com aquela última imagem tua na cabeça.
ainda me pego pensando em ti no hospital.
eu sei que tu tá bem agora, mas eu não consigo evitar.
marcou muito, doeu muito.
te ver ali, deitado.
impotente, sozinho, com medo, com dor.
queria te ver pela última vez do mesmo jeito que naquela foto.
queria dizer um último 'eu te amo'. queria ver teus olhos azuis mais uma vez.
e brincar com a tua barriga - que no final, já tinha sumido-.
deitaria do teu lado depois do almoço e escutaria pela 500ª vez aquela história dos macacos no lago do leão.e ficaria fascinada mais uma vez.
te abraçar, ver a tua barba feita, ouvir a tua voz me chamando dos apelidos mais queridos.
tu foi e ainda é muito querido por todos nós. e a saudade que eu sinto é mesmo de doer o peito.
é físico.
é dolorido.
é triste.
e sofrido.
mas eu sei que tá tudo bem. e eu sei que onde quer que tu esteja, tu ta bem acompanhado.
escrevo pra ti e sinto o meu coração cada vez mais apertado. aquele nó na garganta voltou.
e a vó? tu tá cuidando dela? tá do lado dela acalmando e dizendo que vai ficar tudo bem?
que ela vai ficar bem? eu sinto que não adianta a gente falar com ela.
ela tá perdida, tá com saudade também. sentindo a tua falta, chorando do teu lado da cama.
usando as tuas roupas pra que ela possa lembrar pelo menos um pouco do teu cheiro. pra que ela possa lembrar do teu toque. do teu olhar sincero.
e a tua voz? sinto medo de esquecer da tua voz. não posso esquecer da tua voz. não quero esquecer do teu rosto.
te quero perto.
te quero junto.
te quero vivo!

volta pra mim?
volta por mim?
ah sinto como há muito não sentia.
morro de medo, mas não vou recuar.
espero estar agindo da maneira correta.
espero não mais quebrar a cara.
espero me surpreender.
e não doer.
e escrevendo, eu percebo, que talvez nem saiba o que eu quero.
só sei que quero alguma coisa, como sempre quis.
eu quero é ser feliz.

shall we?

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Achei, reli, me reapaixonei, lembrei, senti, sorri, entendi, publiquei.
mudei de tópico há mais tempo do que eu imaginei.
só me dou conta do que eu sinto, quando eu leio o que eu sentia.
sentia muito, sentia vivo, sentia dolorido, sentia presente. o vazio.
agora sinto saudade, sinto vontade de abraçar um amigo que eu não vejo ha muito tempo, sinto vontade de conversar e conhecer o novo amor do meu antigo.
"o que importa é que estejas bem..."
- faço das palavras do famequiano de três anos atrás, as minhas de hoje-
falo com o sentimento mais verdadeiro.
falo com sinceridade.
sinto de verdade.
te mando um beijo carinhoso.
e um abraço apertado.
- ainda lembro do teu colo confortável e do teu jeito de me acalmar quando as coisas pareciam estar falling apart-.
então aí vai o achado da semana. para fechar com chave de ouro.
pra me lembrar como used to be antes e depois do término.

"Segunda-feira, 16 de março de 2009(mais de um ano atrás):
Título: É sempre amor...


...MESMO QUE ACABE!
sinto de novo uma vontade de escrever, de desabafar, de me entregar. de voltar a ser a mesma pessoa que eu era antes...
sinto que a cada relação que eu tiver, com as mais diversas pessoas, sempre vai ser igual.
era assim ha dois anos atras- quando conheci o meu primeiro famequiano- e acredite, ele foi muito importante! ele que me ensinou que ningm morre quando o coração parte. ele que me ensinou a ser a primeira pessoa.do singular.
e tá sendo assim hoje em dia- depois que mais uma relação de amor acabou-. sinto o peso das palavras não ditas, sinto a saudade dos momentos mais legais, da nossa fala, dos nossos momentos, da nossa sincronia e até mesmo das brigas bobas- e como eram bobas...-.
sinto saudade da família que envolvia ele, do cheiro daquela casa, do quarto que já era meu, da mãe que já era a minha segunda mãe.aquela casa e tudo que envolvia aquela pessoa, já faziam parte do meu ser, já estavam dentro da minha alma.
as roupas que estavam lá, nao consegui usar ainda. talvez por estarem ainda com o cheiro da casa dele, cheiro que me lembra muito os domingos de sol, as manhãs de sábado, as noites da semana, os cigarros na varanda.

lembram do número do famequiano que eu sabia decor? que tinha medo de esquecer?
nunca esqueci.
sei até hoje os números que faziam parte do telefone DELE.
e como tudo muda, entra nesse post mais uma coisa importante: a lei que fala que nada permanece do mesmo jeito por muito tempo.
o número dele mudou.
o sentimento mudou.
a pessoa e a cabeça também.
espero nao ser muito diferente com esse carinha!
com esse guri.
ainda nao cresceu, falta muito pra chegar no ponto que eu to.

digo que me dói lembrar a maneira horrível que a gente acabou. me embrulha o estômago e me dá vontade de apagar da minha memória qq lembrança do teu sorriso, do teu papo a-l-i-e-n-a-d-o, do teu jeito de ser. da tua existencia.
espero poder, daqui a algum tempo, sentir o que sinto hoje em relação ao famequiano. ao anônimo.

e acredito que seja possivel mesmo que isso aconteça. só não me pede pra que seja logo. não me cobra sorrisos e gargalhadas. não me cobra se eu sair demais e tentar fugir a todo custo dessa situação que me encontro.
eu posso.
hoje, eu posso.

gostaria de dizer que nao valeu a pena. que eu nao faria tudo de novo. que eu nem tinha gostado tanto assim de ti anyway.
infelizmente nunca fui boa em mentiras.
mas de qq maneira, sei que agora nao é o meu momento com ele. sei que estamos em batidas diferentes. sei que se estivéssemos juntos, eu nao estaria aqui agora. voltando as minhas origens, escrevendo o que me vem na telha.
sinto que nao estava sendo eu mesma.nao sentia vontade de escrever, de falar da minha vida, de ler, de ouvir.

pelo menos eu posso agradecer à ele por ter me colocado de volta no lugar que eu jamais deveria ter saído: o meu!
nao quero entrar no mérito de lugares, quem os ocupa ou ocupará.
nao quero pensar em quantas tu teve nesses ultimos meses, muito menos em quantas tu quer ter ainda.
isso cabe somente à ti.
da mesma maneira que nao cabe a mim te contar a quantidade de gente que eu tenho conhecido nos ultimos tempos, ou com quantas pessoas o meu coração já esteve.
e o meu corpo? nao pertence mais à ti.
nao pertence à ningm but me.
e te digo que olhando por esse lado, me sinto aliviada por estar vivendo tudo que há pra viver e por estar me permitindo sentir todo esse turbilhão de emoções...
sinto saudade, mas saudade não mata, não sufoca, nao me faz te querer de novo pq sei que nao daria certo.

me sinto mais leve, com menos dor, com a mesma saudade e com o mesmo tipo de amor.
o único que conheci até hoje.

é sempre amor mesmo que MUDE!
é sempre amor mesmo que alguém ESQUEÇA o que passou!



agradeço, antes de qq coisa.
agradeço à ti por ter me deixado compartilhar da tua vida, da tua rotina, da tua família maravilhosa!
que saudade que eu sinto.

saudade que dá....
e passa?

mas enfim, te digo que na medida do possível, eu tô bem. e eu tô levando tudo isso na boa, sempre com tranquilidade no coração. as vezes me pego com lágrimas nos olhos. mas isso também passa!

o segredo é ouvir uma música bem alta!

anyway, já falei demais. já me palestrei demais, já te contei demais!

boa noite!"
i'm quiet as a cup.
sinto saudade das coisas que eu ainda nem vivi.
sinto saudade daquele que foi pra longe.
sinto vontade de botão "voltar no tempo".
quero o véinho aqui comigo. com a cabeça branca, bem gordinho.
e bem.
Bom dia, Sexta-Feira!
Dormiu bem, Quinta?
Pq o Sábado pretende nem dormir mais...
eu nao vim aqui dizer que eu nao consigo viver sem ti.
eu consigo.
eu só nao quero.

já imaginou isso ao pé do ouvido?

não, não era amor.
era uma sorte, uma travessura.
os dois celulares desligados.
mas não era amor.
era inverno.

e era melhor
- o fim é inevitável.
--pode ser bom!
-o fim nunca é bom. se fosse, seria o começo.
Mudei meu nome pra "saudade".
Oi vô.
volta pra cá?
mudei teu nome pra "saudade" e por essa e por outras: oi, saudade.te quero perto.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

"sempre que eu penso em ti, me sinto tomada por um dos melhores sentimentos que eu já experimentei em toda minha vida. e ao ler o que tu me escreve, esse sentimento triplica e um "óun" me parece inevitável. somos muito bons juntos ou separados de fato. e essa música que tu me mandou é exatamente o que eu to precisando ouvir. uma pena nao termos falado antes pra eu poder te passar meu maior vício dos últimos tempos. mas assim que te encontrar, te passo.como tá Morro? segue lindo? espero que tu tenha passeado por lá com essa musica, só com os teus pensamentos e espero de coração ter feito parte de pelo menos um quinto da tua viagem merecida. a saudade que paira entre gente tá sempre comigo e o que a gente tem não é pouca coisa. um carinho muito grande, um cuidado e um respeito de se invejar!
te adoro muito e isso tu já sabe. fico muito feliz em poder ler de ti com tanta siceridade.
http://www.youtube.com/watch?v=kGkLeDxPVPY
um beijo dos grande"
"pois é, to na bahia, o que ta fazendo um bocado bem pra mim, já que eu estava doente devido ao stress. sempre separo um pouco de tempo para passear com a poesia. baixei um cd um dia antes de embarcar. o que me faz escrever pra ti é que quando eu escuto esse cd eu consigo imaginar tu deitada do meu lado cantando isso pra mim, ou chutando ondinhas de madrugada no mar. e é muito meigo da tua parte estar nos meus pensamentos. a loly não é o meu remédio de sempre, confesso, mas é o meu remédio garantido de bons pensamentos. a saudade que vaga entre eu e você, agora ta comigo. e eu sei o que fazer com ela? beijos lola =*
http://www.youtube.com/watch?v=HkWXCy3fves"

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

enfim vou dormir.
pra ver se essa sensação que me atormenta é amenizada pelos sonhos. tantos sonhos.
o que ta acontecendo com o 2010?

ou fui eu que, mais uma vez, esperei demais de uma coisa que me mostrava que ou nao mudaria em nada, ou que me fez promessas sem data?
"Parem todos os relógios.
Desconectem o telefone.
Impeçam o cão de latir com um suculento osso!

Calem os pianos, e, ao som de tambores rufando, tragam o caixão.
Que venha o cortejo.
Deixem os aviões voarem no céu, escrevendo a mensagem: "Ele está morto".
Ponham laços de crepom no pescoço das pombas.
Que os guardas de transito usem luvas pretas de algodão.
Ele era meu Norte, meu Sul, meu Leste e Oeste.
A minha semana de trabalho e o meu domingo.
Meu meio-dia, minha meia-noite, minha fala e minha canção.
Achava que o amor ia durar para sempre.
Eu me enganei.
As estrelas não são necessárias agora. Desliguem todas.
Embrulhem a lua e desmanchem o sol.
Esvaziem o oceano e limpem a mata, pois nada mais vale a pena."

...meu amor se foi e levou com ele meu coração, meu tato, olfato, visão e paladar.
nada tem a mesma graça.
avisa lá em cima que me leve junto.
pois nada mais vale a pena.
pelo jeito tu quer mesmo ficar do lado de lá, né?
então me dá licença que eu quero passar.
a falta de respeito e a pluralidade dos relacionamentos que o atual permitiu chegar nao têm espaço na minha vida parada e sem emoção.
quero a rotina sim.
quero sumir da noite. quero sumir do mundo. me reinventar.
quero voltar a acreditar nas pessoas.

pq em um ano de solidão, eu consegui desaprender a acreditar nas pessoas.
por hora, ningm é bom o suficiente pq eles se mostram bem do jeito que eu pensei inicialmente.
então, de que me adianta alimentar qq coisa?

querido, fica desse lado. combina mais contigo do que comigo.
nao te quero do meu lado da rua e muito menos compartilhando da minha rotina.
por mais chata e errada que seja.

i smile and try to mean it!
and let myself let go.
'cause it's all in the hands of a BITTER BITTER man

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

last year we were a couple!
i can still remember how it feels like.
do you?

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

oi boa noite
durman
bem
beeeeeeeeeijo

b~ebada mode onnnnnn
ueeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei noite maluuuuuuuuuuuuuuuuuuca essa mél dpelsssssssssssssssssss

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

e once again, mais um troféu.
mais um grande não acontecimento.
canto superior esquerdo pra você, meu bem.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

a minha inconstância me impede de fazer muitos planos.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

"o triste não é o cara que deixou de ser perfeito. ele é só um cara.
o foda é quando a gente se deixa levar pela tal expectativa de romance;
after all, estamos todos com fome de amor.fome de mãos dadas e de carinho.fome de festas do pijama a dois nos finais de semana e de brincadeiras sem nexo.
but no, you're not alone."

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

eu sei que eu nego. que eu bato o pé dizendo que não; que eu nao sinto a tua falta e que eu sou uma pessoa muito melhor agora que tu saiu da minha vida.
mas eu só faço isso no auge da minha força e bravura.
só consigo fazer isso quando eu esqueço de olhar as pastas do meu celular antigo.
só sei falar isso quando eu não lembro de como a gente costumava ser.
a parte triste da verdade é que eu minto pra mim mesma.
e as vezes, eu acredito tanto nessa mentira deslavada que eu sinto como se eu tivesse falando a verdade mais absoluta.
sinto falta do que fomos um dia.
a real é que eu gostava de quem eu era quando estava contigo.

mas enfim, quem sou eu pra falar qualquer coisa, né?
Ms. crise de identidade.

agora somos pessoas diferentes para terceiros.
a nossa relação não se limita mais apenas à nós dois.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Estamos com fome de amor

Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: "Digam o que disserem, o mal do século é a solidão". Pretensiosamente digo que assino embaixo sem dúvida alguma. Parem pra notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias.

Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas. E saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos.

Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dance", incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida?

Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçados, sabe, essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.

Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.

Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos Orkut, o número que comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra ser sozinho!".

Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.

Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa. Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega.

Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, "pague mico", saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta.

Mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois.

Quem disse que ser adulto é ser ranzinza? Um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: "vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida".

Antes idiota que infeliz!


Arnaldo Jabour